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O nosso especialista diz… "Esta é uma espécie de pinguim escavador, um dos chamados pinguins 'jackass'. Estas criaturas maravilhosas são, sem dúvida, um dos destaques de qualquer visita às Malvinas. Existe uma ótima história sobre um pinguim-de-magalhães que foi resgatado por alguém na Patagônia, e todos os invernos ele ainda retorna para visitar o seu salvador!"
O pinguim-de-magalhães é uma ave sul-americana, comum ao largo da costa da Patagônia, na Argentina e no Chile. Também pode ser encontrado tão ao sul quanto as Ilhas Malvinas, onde existe uma grande população reprodutora.
Estes pinguins de tamanho médio são fáceis de identificar graças às duas faixas de penas pretas que possuem entre a cabeça e o peito. As aves adultas maduras têm pés pretos, enquanto os juvenis apresentam um padrão mais manchado, o que é uma forma útil de determinar a idade das aves.
Estes pinguins alimentam-se de krill e outros crustáceos, chocos e lulas. Também parecem ter preferência por águas-vivas!
Durante a época de reprodução, que vai de setembro a fevereiro, reúnem-se em grandes bandos próximos às suas áreas de nidificação. Preferem condições mais quentes e constroem os ninhos em tocas ou escondidos sob arbustos ou outra vegetação.
Curiosamente, os pinguins-de-magalhães acasalam para a vida toda, e os machos retornam todos os anos para reivindicar o mesmo ninho ou toca. Depois, aguardam que a parceira os encontre. As fêmeas utilizam o chamado dos machos para os identificar e assim se reencontram. Após o período de reprodução, estes pinguins migram para o norte, em direção a águas mais quentes ao largo das costas do Brasil e do Peru.
Embora existam milhões de indivíduos, o pinguim-de-magalhães está classificado como “Ameaçado” e os seus números estão a diminuir rapidamente. Um estudo de uma colônia na Argentina demonstrou uma redução de quase 25% em 22 anos. Pensa-se que o deslocamento das suas presas causado pelas alterações climáticas seja o principal fator para o declínio do número de pinguins-de-magalhães.

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